Palestra no CRA-ES orienta sobre remuneração variável

Palestra no CRA-ES orienta sobre remuneração variável

Um programa eficiente de remuneração variável precisa estar alinhado com a estratégia da empresa, explica o especialista em Gestão Estratégica de Pessoas, o Tecnólogo em Recursos Humanos (RH) Targino Bazílio Neto, também gerente de Estratégia e Pessoas no Grupo Tintas Argalit. Ele foi o palestrante da primeira edição 2018 do Seminário Boas Práticas de RH, promovido pelo Instituto de Administração do Espírito Santo (IAES) em parceria com a Heach Recursos Humanos.

Segundo ele, é fundamental para o programa de Remuneração Variável (RV) estratégias claras e bem definidas, o que vai facilitar o engajamento dos funcionários. O primeiro passo é fazer um diagnóstico das necessidades da organização. “O gestor de RH precisa entender o porquê da empresa querer fazer dessa forma. Só então é possível traçar e alinhar as táticas para levar a organização a alcançar o objetivo”, disse o palestrante.

É preciso definir a porcentagem da RV dentro da Remuneração Total. Podem existir diferenças de valores considerando cargos com maior necessidade de engajamento, por exemplo. Também não é regra determinante a participação de todos os colaboradores. “No entanto, pessoalmente prefiro aqueles programas que são extensivos a todos. Os valores, sim, podem mudar de acordo com a estratégia”, contou.

Não sendo mais necessário homologar no sindicato, o programa de Remuneração Variável também ficou menos oneroso com a Reforma Trabalhista. “Agora esse pagamento não constitui mais base de encargo trabalhista e previdenciário”, pontua o Tecnólogo em Recursos Humanos (RH) Targino Bazílio Neto.

Além disso, a Reforma determina o pagamento de uma premiação até duas vezes no ano. “Só que esse limite é determinado por programa de RV. Então a empresa pode optar por mais de um. Na Argalit, por exemplo, fazemos quatro pagamentos no ano resultante de dois programas diferentes”, explica o palestrante.

 

Fonte: CRA-ES

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