Videogame é coisa séria

Videogame é coisa séria

Cada vez mais empresas estão trocando a forma tradicional de passar conteúdos e avaliar seus funcionários, fazendo uso de games customizados.

Muitas empresas estão optando por treinar ou avaliar seus funcionários fazendo uso de técnicas lúdicas. A gameficação não é novidade, mas tem ganhado cada vez mais espaço no mercado. Empresas especializadas em desenvolver e customizar games ofertam uma ampla gama de produtos, que permitem desenvolver habilidades diversas. E o melhor de tudo: brincando.

Para Elio Luis Cerruci, diretor da ODI Treinamentos e Gameficação, o método tradicional de passar conteúdos já não funciona mais. “Se não soubermos usar a ferramenta adequada, podemos perder um treinamento inteiro”, afirma. A empresa nasceu em 1998, mas somente em 2007 começou a trabalhar com games interativos. Administrador e professor, Cerruci viu nos games uma boa ferramenta de medir e passar conhecimentos, explorando o lado lúdico.

Para ele, os games servem como ferramenta de aprimoramento constante. “A maior vantagem dos games é que eles colocam o funcionário em situações reais. Conseguimos simular diferentes cenários. Além de reter muito mais a atenção dos colaboradores, o game nos permite identificar a tomada de decisão daquele colaborador”, afirma.

No entanto, Cerruci afirma que não é em todas as situações que um game pode resolver as coisas. Empresas com problemas de gestão de equipes, por exemplo, terão mais eficácia promovendo um treinamento vivencial. “Em casos assim, o ideal é colocar a equipe numa imersão, para resolver situações juntos. Isso sim vai surtir efeito num caso como este”, explica.

“Os games nos ajudam a mensurar o grau de conhecimento de cada colaborador, permite conseguir relatórios individuais, enxergar onde estão os erros. Por ser lúdico, o jogador acha que está brincando e até esquece que está sendo avaliado. E quando estamos brincando, tendemos a ser nós mesmos. Mostramos nossas atitudes reais, por exemplo. Por isso, os games são ótimas ferramentas de diagnóstico”, afirma.

Confira reportagem completa acessando aqui: https://online.flippingbook.com/view/128172/50/

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