A retomada da parceria foi celebrada durante reunião no Paraguai

A retomada da parceria foi celebrada durante reunião no Paraguai

O diretor da Câmara de Relações Institucionais e Eventos (CRIE), Gilmar Camargo, foi o representante do Conselho Federal de Administração (CFA) na reunião da Organização Latinoamericana de Administração (OLA), realizada no fim de abril, em Assunção, no Paraguai.

Durante a assembleia, que reuniu representantes da Argentina, Brasil, México, Paraguai, Peru e Uruguai, foi oficializada a volta do CFA à OLA. “Foi uma reunião muito boa, muito proveitosa. Desde 2006 estávamos afastados e agora já voltamos com participação efetiva”, afirmou Gilmar.

Além disso, foi divulgado o local do próximo evento da OLA, o Conamerco de 2020, que também será realizado em Assunção. Outro evento apreciado foi o Conandino, que está em sua sétima edição e será realizado entre os dias 21 e 23 de junho, no Peru, e contará com uma palestra do CFA.

Em Assunção, Gilmar Camargo participou, ainda, do V Encontro Regional Latinoamericano de Administração, realizado pela OLA em parceria com o Colégio de Administradores do Paraguai. Ele apresentou a conferência “Desafio da gestão de pessoas no cenário disruptivo”.

“Foi um encontro com palestras dos cinco países, abordando o tema dos desafios da tecnologia disruptiva na profissão do administrador. Eu mostrei quais são as tendências tecnológicas e os principais desafios da gestão de pessoas nesse contexto, como a dificuldade de achar mão de obra preparada para a tecnologia”, explica.

O diretor falou sobre os desafios de construir um novo perfil profissional e as consequências de quando não há essa preparação, como a importação de mão de obra especializada e o pagamento de “Luvas”, ou seja, quando é necessário que uma empresa cubra o salário de um determinado profissional para tirá-lo de onde está trabalhando e contratá-lo.

“Eu apresentei um case de sucesso relacionado à entrada da telefonia celular no Brasil, que eu participei como profissional, e descorri sobre as consequências, impactos culturais e os ônus que tivemos que bancar porque não tínhamos gente especializada. Na área tecnológica isso se torna grave porque não se tem muitos profissionais assim no Brasil”, contou o gestor.

Assessoria de Comunicação CFA

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