RBA edição 131: Cartão vermelho para amadores

RBA edição 131: Cartão vermelho para amadores

Fator decisivo, a gestão profissional vem se mostrando campeã em diversas modalidades esportivas   

Experiência. O substantivo feminino é temido por muitos profissionais em início de carreira, visto que é pré-requisito em alguns postos de trabalho. Mas no caso do dirigente esportivo Radamés Lattari o conceito joga a favor.

O currículo de peso do ex-treinador de voleibol do Brasil mostra que o meio de campo da gestão esportiva brasileira mudou. “Nos últimos anos todos os clubes, confederações, federações, tiveram que investir muito na área de governança. A seriedade com que esse assunto vem sendo tratado tem aumentado a demanda por profissionais da área, que cresceu muito em termos de qualidade de prestadores de serviços”, afirma.

Carioca da gema, Lattari já conquistou 23 títulos em sua carreira, tornando-se um dos mais respeitáveis treinadores do cenário nacional. Em 1997, foi campeão da Copa do Mundo de Voleibol à frente da seleção brasileira de voleibol masculino. No mesmo ano, venceu dois títulos da Copa América de Voleibol e dois Campeonatos Sul-Americanos de Voleibol Masculino. Nas Olimpíadas de Sidney, nos anos 2000, conseguiu alcançar o sexto lugar. Entre 2001 e 2002, acumulou uma importante passagem como superintendente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), onde atua atualmente como diretor executivo.

Time em campo

Com o cenário em mudança, Radamés faz uma leitura do setor no país. Segundo ele, os antigos dirigentes que dominavam apenas uma parte do conhecimento foram ficando para trás. Com isso, despontaram no mercado duas personas: jovens executivos, que vêm fazendo diversos cursos de gestão esportiva, e ex-jogadores, ex-treinadores, que acumularam funções e experiências a partir das quais tiveram a oportunidade de estudar novamente e, assim, passaram a exercer cargos de gestão esportiva.

“Não existe mais hora para amadorismo, hora para você colocar um amigo ou um familiar. É momento de investir maciçamente em profissionais que possam agregar e que possam fazer com que a empresa, o clube, o patrocínio, enfim, possam se desenvolver cada vez mais”, enfatiza.

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Assessoria de Comunicação

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